terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Aterro Sanitário da Metade Sul - A População ja sabia?

O jornal Minuano desta terça-feira publica matéria sobre o aterro sanitário onde o prefeito Luis Carlos Folador, diz que a população ja tinha conhecimento sobre o aterro, pois foi realizada audiência pública em 2008 para tratar do empreendimento. O prefeito conta que já esteve no local e solicitou um levantamento técnico sobre o aterro, destacando que aguarda o resultado deste estudo para tomar qualquer medida. Porém, destaca que a empresa possui a licença concedida pela Fepam para atuar na área, “a Fepam é muito rígida” salienta. 

Pois bem, a audiência publica foi realmente realizada no dia 6 de novembro de 2008 no Sindicato dos Mineiros em Dario Lassance e contou com a presença de não mais de 20 pessoas. Mas agora aguardamos os levantamentos técnicos e a posição do governo.


Mais algumas coisas precisam ficar claras:

O processo em pauta em 2008 era outro.
O empreendedor responsável pelo projeto era outro.
A LOCALIZAÇÃO do eterro, que é o ponto mais discutido no momento, era outro.

Portanto a discussão é outra.

Outro fato curioso publicado na matéria, é que para o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos, que prevê uma gestão do lixo de forma regional, a informação era de que o aterro de Bagé é que receberia os rejeitos de pelo menos nove municípios.
Segundo explica o Secretário Municipal de Meio Ambiente de Bagé, Alexandre Melo, a diferença entre o aterro sanitário de Candiota e o de Bagé, é que o primeiro é particular, é outro público. O consórcio que reúne os municípios de Pinheiro Machado, Candiota, Hulha Negra, Caçapava, Bagé, Livramento, Aceguá e Lavras, possui como presidente o prefeito Luís Eduardo Colombo. Melo conta que para o aterro de Bagé receber o rejeito desses municípios, há um pedido de adequação na Fepam, para alterar o número de habitantes que o aterro servirá, hoje previsto para 120 mil, e deve ser destinado a 300mil. O secretário diz que mesmo que os municípios pertençam ao consórcio, cada um irá decidir para que local mandará os resíduos: “o aterro de Candiota é mais uma opção para estes municípios”, explicando que o consórcio é aberto.

Mais uma mostra de que não precisamos deste aterro em nossa cidade.

Para ver a notícia na íntegra no Jornal Minuano Clique Aqui

Para contribuir ainda mais com o debate. 
Notícia publicada no site da Prefeitura Municipal de Pelotas:

O engenheiro sanitarista Paulo Carpes, proprietário da empresa ESA Engenharia(a empresa responsável pelo aterro não é Meioeste Ambiental?), de Santa Catarina, esteve na manhã do dia 6, no gabinete do prefeito de Pelotas, Adolfo Antonio Fetter. Carpes ofereceu o aterro da sua empresa, em Candiota, para receber o lixo doméstico de Pelotas.

O aterro está sendo instalado em uma cava de estação de carvão, já tem licença de instalação e a partir do próximo dia 25 terá licença de operação.
De acordo com o empresário, a liberação de licenças de implantação para este tipo de empreendimento costuma demorar um ano, porém, pela necessidade que a Metade Sul do Estado tem de aterros, a Fepam agilizou o processo e liberou em 26 dias.
Fetter diz que nos seis anos que está à frente da Prefeitura já apresentou dez projetos de aterro à Fepam e nenhum foi aprovado.


Clique aqui para vizualizar a notícia na íntegra no site  da Prefeitura de Pelotas.

Pessoal, quero deixar claro mais uma vez, não sou contra o aterro, sou contra a localização do mesmo e a favor do debate sobre a necessidade de tal empreendimento instalar-se em Candiota.


Não estou fazendo todo este movimento com alguma finalidade política ou pessoal, dentro meu papel de cidadão Candiotense, estou pensando no futuro, na qualidade de vida da cidade onde moro e onde pretendo criar meus filhos e viver o resto de minha vida. Não quero viver na Cubatão de anos atraz.


Esta, e somente esta, é a minha preocupação e das pessoas que tem se posicionado com relação a este assunto.

Candiota receberá 300 cestas básicas

O governo do estado anunciou em reunião com os 13 prefeitos dos municípios afetados pela estiagem no Rio Grande do Sul que vai intensificar o envio de bolsas-pipa e a entrega de cestas básicas. Candiota, o município mais atingido pela falta de chuva, na próxima terça-feira(hoje) receberá 300 cestas. Pedras Altas receberá outras 280 cestas. 

Atualmente o governo tem à disposição 28 bolsas-pipa, bolsas de vinil com capacidade para até 4,5 mil litros de água que podem ser transportadas em qualquer caminhão, sem necessidade do uso de caminhões-pipa. Cinco delas já foram encaminhadas para Candiota, Serrito e Pedro Osório. 

Participaram da reunião o vice-governador, Beto Grill, o secretário de Desenvolvimento Rural, Ivar Pavan, o secretário do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Afonso Motta, e o chefe da Defesa Civil no RS, Major Oscar Moiano, e os prefeitos de Candiota, Pedro Osório, Pinheiro Machado, Dom Pedrito, Lavras do Sul, Hulha Negra, Bagé, Piratini, Herval, Arroio Grande, Serrito, Pedras Altas e Aceguá.

Durante a reunião, também foi anunciada a contrução de microaçudes a médio prazo. Os prefeitos pediram ainda que os 32 poços já existentes no interior do Estado recebam encanamento para que possam funcionar. 

Segundo o secretário Pavan, há cerca de mil produtores rurais afetados em cada município. A estimativa aponta ainda que entre 15 e 20 mil famílias estejam sofrendo os efeitos da falta de chuva. 

— Pelos relatos recebidos hoje, Candiota parece ter a situação mais grave — salientou o vice-prefeito Beto Grill.

A cidade já registra um prejuízo de R$ 7 milhões em função da estiagem, de acordo com levantamento da prefeitura. 

Fonte: Zero Hora

domingo, 9 de janeiro de 2011

Aterro Sanitário da Metade Sul - Candiota precisa disso?

Olhaaa, a polêmica está no ar. É a notícia da semana. 


A população esta estarrecida, pois dia 01 de fevereiro a empresa Meioeste Ambiental, criada a pouco mais de um ano, começa a operação do aterro sanitário da metade sul em Candiota com capacidade de receber MIL toneladas de lixo por dia oriundas de municípios da região.
A FEPAM é a maior interessada no empreendimento, pois com isso resolve o problema do lixo de mais de 200 mil pessoas da metade sul

A primeira pergunta é a seguinte: Candiota precisa deste empreendimento? Nós que arrecadamos mais de 30 milhões de reais por ano, precisamos colocar em risco a saúde das pessoas, poluir ainda mais nosso já sofrido ambiente e viver com cheiro de lixo?


Sei que aterro sanitário é em tese uma das melhores soluções para o lixo urbano, mas com a arrecadação que temos não teríamos condições de construir nosso próprio aterro em um lugar melhor localizado?

Com essa quantidade de lixo que será recebida, irão trafegar na caótica Miguel Arlindo Câmara mais 30 ou 40 caminhões por dia.
Em destaque na foto a ponta da antena localizada no centro da Dario Lassance

Com a proximidade inferior a 2km do centro de Dario Lassance vamos passar os dias com o forte cheiro de lixo em troca de 20 mil reais de ISS e meia dúzia de empregos?


Porque só agora, a menos de 30 dias do inicio da operação, a empresa veio a público "explicar" o investimento em Candiota? 


A MPX fez audiências públicas em todas as localidades, divulgou, deu transporte, lanche e uma invejável estrutura para mostrar seu projeto. Se o projeto do aterro sanitário é uma solução para o meio-ambiente e possui risco zero, por que não foram realizadas audiências públicas nos mesmos moldes e com a publicidade dada a outros empreendimentos como os vitivinícolas e energéticos que antes mesmo de se instalarem em Candiota ja se preocupam com nosso município?

Mas agora ja ta feito. Acho quase impossível parar o empreendimento que segundo o Engenheiro responsável, Paulo Cesar da Costa, ja possui quase 4 milhões de reais investidos e RISCO ZERO.


O PDT se posicionou. E os outros partidos, instituições, associações, conselhos e etc, vão se posicionar?


Segundo o Eng. Paulo Cesar da Costa, em entrevista ao jornal Primeira Folha de sábado, a prefeitura de Candiota não tem participação alguma no empreendimento, sendo ele totalmente privado. " Recebemos apenas apoio e incentivo".


E você leitor e agente político, o que acha? É a favor ou contra? Vote na enquete e comente. Sua Opnião é importante.


O tema é polêmico, mas precisamos nos posicionar e estar vigilante, afinal eu não pretendo deixar a nossa querida Candiota por causa do mal cheiro de um "lixão". 
Gosto de Candiota e quero o melhor para a minha cidade.
Só não quero Candiota como Cubatão de anos atraz.

sábado, 8 de janeiro de 2011

PDT Candiotense debate sobre aterro sanitário no município

Preocupado com a notícia de que Candiota irá receber o lixo de mais de 20 municípios do Rio Grande do Sul, através de um aterro sanitário que esta sendo construído no município, por uma empresa do estado de Santa Catarina, lideranças do Partido Democrático Trabalhista (PDT) reuniram-se e começaram a debater o assunto, pois o mesmo é de suma importância. 

Em um primeiro ato, os pedetistas, na quarta-feira, 05 de janeiro, tiveram a iniciativa de visitar o local onde esta sendo construído o aterro sanitário, que fica aproximadamente 1,5 (um e meio) quilômetros da Sede do Município e 600 metros do complexo da CRM (Companhia Riograndense de Mineração), onde foram recebidos por um dos diretores da empresa Meioeste Ambiental Ltda, engenheiro Paulo Cesar da Costa, que fez uma explanação sobre as condições que receberá o lixo oriundo de outros municípios, bem como o mesmo será estocado, esclarecendo assim algumas duvidas aos visitantes. 

Já na quinta-feira, 06, os partidários reuniram-se em sua sede, onde debateram sobre a visita realizada no dia anterior as instalações do futuro aterro sanitário. Um dos pontos debatidos foi a surpresa desse empreendimento ter chegado ao conhecimento da secretária municipal de meio ambiente, do conselho municipal de meio ambiente, da imprensa local e quase totalidade da população, a pouco mais de 60 (sessenta) dias do previsto para seu funcionamento, que conforme seu diretor é dia 1º de fevereiro. Acreditamos que essa obra, se vai gerar arrecadação, empregos e renda para Candiota, deveria ser amplamente anunciada a comunidade e não foi, manifestaram-se os presentes. 

Outro ponto que gerou preocupação foi o fato de aterro estar localizado a apenas 1,5 (um e meio) quilômetros da Sede do Município, onde a distância mínima é de dois quilômetros, para não provocar incômodos aos moradores, tais como odores, fumaça, poeira, surtos epidêmicos e inconvenientes de manobras de caminhões, conforme definido no Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. A questão do transporte desse material até Candiota também é um fato muito preocupante, pois o aterro possui capacidade para receber até mil toneladas dia, sendo assim, serão aproximadamente 40 caminhões trafegando diariamente carregado com material altamente tóxico, na já deteriorada Rodovia Miguel Arlindo Câmara, passando pelas comunidades de São Simão, João Emílio, Rua Astrogildo Sobrosa Santos (na sede do município), passando em frente a Usina Termo Elétrica Presidente Médici, em direção a zona minerada da Mina/malha IV, no local da primeira célula, que fica a uma distância inferior a dois quilômetros da cidade de Candiota (Dario Lassance), do complexo de atividades da CRM (com mais de 300 funcionários) e do Assentamento Nossa Senhora Aparecida. 

Devido a esses fatos, os vereadores Celso Santos e Guilherme Barão, protocolaram no Poder Legislativo um Pedido de Audiência Pública na Sede do Município, com o intuito de debater com a comunidade e autoridades as conseqüências que esta obra trará a Candiota. Santos também deu entrada na casa com o pedido de criação de uma comissão denominada “Comissão Mista de Meio Ambiente, Controle de Água e Qualidade de Vida” que deverá ser composta por um vereador de cada partido. 

Os pedetistas também concluíram que o local é pouco recomendado e deveria ter sido mais bem discutido com a comunidade, também que é questionável a necessidade do já sacrificado município de Candiota sediar o aterro sanitário da metade sul, com seus riscos inerentes, como por exemplo a emissão de gazes compostos pelo dióxido de carbono e metano (CH4), dois dos principais gazes causadores do efeito estufa, em troca de uma ou duas dúzias de empregos, uma ou duas dezenas de mil reais/mês (ISS), para nossa receita de mais R$ 30 milhões/ano, advinda de uma histórica vocação econômica decorrente dos processos de mineração e queima do carvão e calcário, que por mais de meio século vem alterando as características do nosso ecossistema, pela quantidade de materiais tóxicos que são disponibilizados aos organismos vivos, cujo efeito poluidor desse processo não cessa com o término das atividades de mineração, sendo que as áreas mineradas continuam contribuindo para a poluição do solo, das águas e do ar por um longo tempo. O PDT Candiotense como instrumento de representação dos anseios e necessidades da nossa coletividade, estará vigilante e não medirá esforços junto ao Poder Público Municipal e ao Ministério Público Federal e Estadual para que a operação do aterro sanitário seja convenientemente realizada e com o devido e necessário monitoramento, com esse posicionamento encerrou-se a reunião.


Acesse www.pdtcandiota.org.br e confira mais notícias sobre o PDT de Candiota

PDT de Candiota - Nota de Esclarecimento

O PDT de Candiota, por sua executiva municipal, bancada de vereadores e outras lideranças, reunidos no último dia 06, vem a público expressar sua posição quanto ao ATERRO SANITÁRIO DA METADE SUL, em fase final de implantação no nosso município:
1)       Causa-nos surpresa e preocupação o fato do empreendimento do aterro sanitário da metade sul, nos moldes da licença de instalação da Fepam nº 1255/2010-DL, a ser explorado e administrado pela empresa Meioeste Ambiental Ltda., criada e aberta a pouco mais de um ano (06-10-2009), só ter chegado ao conhecimento da Secretária Municipal de Meio Ambiente, do Conselho Municipal de Meio Ambiente, da imprensa local e quase totalidade da população, a pouco mais de 60 (sessenta) dias do previsto para  seu funcionamento (1º-02-2011);
2)       É público e notório que grandes centros urbanos têm destinado seu lixo a Cidades vizinhas dadas a densidade de ocupação territorial elevada, não restando local seguro para a continuação ou criação de aterro;
3)       Em Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, em trabalho de metodologia para seleção de áreas para implantação de aterros sanitários, o mesmo deixa bem claro  que o local para instalação do aterro sanitário torna-se uma questão vital no planejamento municipal a fim de assegurar a manutenção da qualidade ambiental em uma determinada região e conclui que o local mais apropriado para um aterro sanitário deve estar afastado da aglomeração urbana a uma distância mínima de 2 Km, para não provocar incômodos aos moradores, tais como odores, fumaça, poeira, surtos epidêmicos e inconvenientes de manobras  de caminhões.
4)       Sobre o acesso conclui o mesmo estudo: “É desejável existir sempre mais de uma via de acesso e evitar-se ao máximo atravessar zonas residenciais. O volume de trafego nas estradas de acesso também precisa ser estudado, dando-se preferência àqueles de fluxo de tráfego desimpedido, sendo necessário que o planejamento do transporte considere e se interaja de forma adequada à malha viária existente”;
5)       Não ignoramos que o aterro sanitário é uma boa técnica para disposição do lixo no solo e, no caso em pauta, será uma solução definitiva para o lixo urbano de cidades como Bagé, Dom Pedrito, Alegrete, Hulha Negra, Pinheiro Machado, Piratini, Canguçu, quiçá Pelotas, Rio Grande e tantas outras. E, por óbvio, o problema (?) do nosso pequeno município de menos de 10.000 habitantes.
6)       Pelo projeto, a empresa empreendedora poderá processar até 30 mil toneladas de lixo por mês (o equivalente a mais ou menos 40 caminhões por dia) e, neste patamar, a procedência e quantidade do lixo serão determinadas pelos aspectos econômicos e financeiros.

                                  Considerando-se o fluxo dos caminhões de lixo, informado pela empresa Meioeste, que os mesmos percorrerão toda a já problemática estrada Miguel Arlindo Câmara, passando ao lado da Vila São Simão, bairro João Emílio, Rua Astrogildo Sobrosa Santos (na sede do município), passando em frente a Usina Termo Elétrica Presidente Médici, em direção a zona minerada da Mina/malha IV, no local da primeira célula, que fica a uma distância inferior a 2 Km da cidade de Candiota (Dario Lassance), do complexo de atividades  da CRM (com mais de 300 funcionários) e do Assentamento Nossa Senhora Aparecida, concluímos que:

a) o local é pouco recomendado e deveria ter sido mais bem discutido com a comunidade;
b) é questionável a necessidade do já sacrificado município de Candiota sediar o aterro sanitário da metade sul, com seus riscos inerentes, como por exemplo a emissão de gases compostos pelo dióxido de carbono e metano (CH4), dois dos principais gases causadores do efeito estufa,   em troca de uma ou duas dúzias de empregos, uma ou duas  dezenas de mil reais/mês (ISS), para nosso receita de mais R$ 30 milhões/ano, advinda de uma histórica vocação econômica decorrente dos processos de mineração e queima do carvão e calcário, que por mais de meio século vem alterando as características  do nosso ecossistema, pela quantidade de materiais tóxicos que são disponibilizados aos organismos vivos, cujo efeito poluidor desse processo não cessa com o término das atividades de mineração, sendo que as áreas mineradas continuam contribuindo para a poluição do solo, das águas e do ar por um longo tempo.
c) deverá o PDT de Candiota, como instrumento de representação dos anseios e necessidades da nossa coletividade, estar vigilante e junto com as entidades da sociedade cívil (sindicatos, associações, conselhos e etc) não medir esforços junto ao poder público municipal e ao Ministério Público Federal e Estadual para que a operação do aterro sanitário seja convenientemente realizada e com o devido e necessário monitoramento.

Candiota/RS, 07 de janeiro de 2011.


PARTIDO DEMOCRATICO TRABALHISTA CANDIOTA


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Beto Albuquerque assume Secretaria de Infraestrutura e Logística

“Trabalhar com transparência e obstinação para colocar em prática o plano de governo, honrando e cumprindo os compromissos que o governador Tarso Genro estabeleceu com a sociedade gaúcha”. Com esse discurso, o novo secretário de Infraestrutura e Logística do Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque (PSB), recebeu o cargo de seu antecessor, Daniel Andrade, em solenidades na manhã do dia 04 no Auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff).


Entra as prioridades está investir e modernizar a CRM para fazer frente a demanda de carvão com o funcionamento da usina termelétrica Candiota III.


Na edição de terça-feira, o jornal primeira Folha noticiou a confirmação da escolha do diretor presidente da estatal, Elifas Simas, engenheiro civil e ex-prefeito de Livramento.
Ficamos no aguardo dos demais cargos do segundo escalão da gloriosa CRM.


Eu particularmente gostaria muito da presença do Candiotense Oxcilei Quadros na diretoria, pois para Candiota seria muito valoroso a gratificante termos um Mineiro como diretor. Com certeza muito nos ajudaria. Acho uma lástimas vermos a frente da estatal que comanda a maior reserva de carvão do Brasil pessoas que nem sequer conhecem Candiota e até nunca ouviram falar em CRM. Isso não é de hoje que acontece.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dança das Cadeiras - Secretário Geral de Governo

Parece que ja está confirmada a participação de Jose Wilson Torales no governo municipal de Candiota.

Vereadores do PT e o prefeito almoçaram hoje com o ex-chefe de gabinete do prefeito de Pinheiro Machado Luis Fernando Leivas e tudo indica que em seguida deve ser confirmada a participação de Jose Wilson na secretaria geral de governo no lugar de Marcos Perez. 

Com a experiência de 30 anos de Câmara de Vereadores, participação de oito anos na administração do ex-prefeito Luiz Fernando Mainardi e com grande atuação nas rádio de Bagé, Torales será o segundo Bageense a ocupar o cargo secretario geral do governo Folador.

E na procuradoria Juridica tudo indica que Lasie Winkel deve ser o nome preferido do prefeito.

Reportagem JN no Ar em Candiota

Para os que não puderam conferir ao-vivo, abaixo está a reportagem exibida no Jornal Nacional do dia 04 de Janeiro, que mostrou os efeitos da forte estiagem que atinge Candiota e região.


Enquete BLog Teclando o 7

O blog teclando o 7 perguntou aos Candiotenses de qual sonho você não abriria mão em 2011. E o resultado foi o seguinte:


Com 48% dos votos, o Candiotenses elegeram como principal sonho para 2011 a construção da usina da MPX ou da Fase D.


Em segundo com o concurso público da prefeitura com 34%. E em terceiro a revitalização da Miguel Arlindo Câmara com 18%

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dança das Cadeiras

E as movimentações do governo do Estado já causaram baixas no alto escalão governo municipal.

O secretário geral de governo deixou o posto e assumiu cargo de coordenador de comunicação da secretaria de  Agricultura, Pecuária e Agronegócio no governo do estado.
A procuradora Jurídica do município Marcia Lence também rumou para a Capital e para a mesma secretaria de Marcos, chefiada pelo ex-prefeito Mainardi, onde assumia a assesoria jurídica.

Ainda deve sair o chefe de gabinete Oxilei Quadros para ocupar cargo na diretoria da CRM.

Esses saem. E quem entra?

Aterro Sanitário da Metade Sul

Um assunto pouco discutido e até então não veiculado em nosso município é a instalação do Aterro Sanitário da Metade Sul que deve entrar em funcionamento até outubro em Candiota, recebendo 1 mil toneladas diárias de lixo de toda a região Sul. 

O assunto foi notícias no Jornal Zero Hora de terça-feira passada, dia 27 de  dezembro, onde a empresa Meioeste Ambiental ja possui lincença de instalação da FEPAM, para inicio das obras do aterro no interior na mina de Candiota.

Trata-se de um assunto polêmico. Na sessão representativa de ontem na Câmara de Vereadores o vereador do PDT Guilherme Barão pediu providência sobre o assunto solicitando inclusive a realização de audiências públicas com a comunidade. Na quinta-feira o PDT se reuni para discutir o assunto e posicionar-se sobre o empreendimento de mais de 3 milhões.

Vamos ficar atentos. Será que é um empreendimento "lucrativo" para Candiota?
Vale a pena?

Estou pesquisando sobre o assunto e em breve mais notícias.
Isso ainda ainda vai "feder"

Jornal Nacional em Candiota



Candiota mais uma vez ontem foi notícia em rede nacional e hoje mais uma vez vai ao ar como pauta de um dos programas de maior audiência na televisão Brasileira, o Jornal Nacional. 

O reporter Andre Luis Azevedo e a equipe de mais 6 pessoas do JN no ar decolaram ontem em direção a nossa região e chegou por volta da 1h da manha em Bagé de onde serã transmitida a edição desta noite do Jornal Nacional. 

O objetivo é mostrar a forte seca que atinge o interior do nosso município e a região.

Estávamos acostumados a ver a nossa Candiota na mídia como município que mais prospera na região, mas desta vez o foco é outro.

E será que uma coisa não tem a ver com a outra? Estiagem, La Niña, Usina, Fase C, poluição?

Veremos o enfoque que será dado hoje as 20:15, em rede nacional no Jornal Nacional direto de Candiota e região para o Brasil.

Veja a reportagem de ontem no Jornal Nacional.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Chegou 2011

E começou o ano gurizada.

O Revellion Popular foi um sucesso. Os fogos foram um show. Mas agora todos voltam aos seus postos e ao trabalho. Algumas mudanças:

A Câmara de vereadores com novo presidente segue o trabalho planejado com foco na construção do novo plenário.

No executivo a Procuradora Marcia deu Adeus a Candiota e alçou vôo para o governo do Estado? Será que mais alguém vai de carona?

E a diretoria da CRM? Por enquanto de concreto nada.

O novo ano que se inicia promete.