segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bingo turma 300 do Jerônimo

A turma 300 da Escola Jerônimo está promovendo um Bingo de Eletrodomésticos para arrecadar fundos para a festa de formatura. Será amanhã no Clube Social e Recreativo Candiota, apartir das 20:30.


As cartelas estão a venda com os formandos nos valores de: UMA por R$3,00 DUAS por R$5,00.


Quem não puder ajudar comprando cartela pode nos ajudar comprando Rifa de um Ventilador, que será rifado no dia do Bingo. Valor do cupom R$1,00.

2,2 milhões para obras de abastecimento de água

A Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) publicou, na quinta-feira, dia 8, no Diário Oficial da União (DOU), a aprovação de projeto na ordem de R$ 2.277.311,18 para a execução de obras de abastecimento e distribuição de água no município de Candiota.

Os valores serão destinados à construção de dois reservatórios de água com capacidade de 500 mil litros cada – um na Vila Residencial e outro em Dario Lassance – e para a instalação de uma rede adutora com extensão de 11 quilômetros, ligando a sede do município com o assentamento Santa Lúcia.

Em visita à Brasília, o prefeito municipal, Luiz Carlos Folador, esteve reunido com o presidente da Funasa, Gilson de Carvalho Queiroz Filho, o qual comunicou a informação. O chefe do executivo de Candiota aproveitou, então, para agradecer o apoio da entidade federal neste “importante aporte concedido ao município”.

“São obras de fundamental importância para o nosso município tendo em vista os constantes períodos de estiagem que atingem a nossa região. Estes empreendimentos vão, com certeza, garantirem melhorar o nosso sistema de abastecimento, bem como de distribuição de água”, avaliou.

Folador salientou, ainda, o empenho da equipe da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, a qual proporcionou um trabalho técnico de qualidade, culminando com a aprovação dos projetos.
Investimento no país 

Os recursos financeiros, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), preveem um investimento total de R$ 2,7 bilhões, em todo Brasil, em obras de sistemas de abastecimento de água, esgoto e melhorias sanitárias domiciliares. Também está prevista a destinação, para todo o país, de R$ 150 milhões para a contratação de empresas especializadas para elaboração de diagnósticos, projetos básicos e executivos de engenharia e estudos ambientais para sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário nos municípios.

OSCIP Vigilantes Ambientais conclui capacitação de agentes multiplicadores em Seival

A OSCIP Vigilantes Ambientais concluiu mais um ano de trabalho de formação de agentes multiplicadores de educação ambiental com a formatura dos alunos em uma solenidade que reuniu a comunidade de Seival, e teve como patrono o Sr. Paulo Roni Motta, presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente. Além das autoridades locais, o Batalhão de Policia Ambiental prestigiou o evento, considerando que é um parceiro do trabalho desde o primeiro ano de realização da capacitação. Em seu pronunciamento o Sub-comandante do Batalhão, Sargento Saraiva, enfatizou que são dois seguimentos que se apóiam mutuamente, e que a PATRAM tem nos Vigilantes Ambientais uma referencia na prevenção de muitos crimes ambientais pelo trabalho educativo que a OSCIP desenvolve ao longo destes cinco anos.

A OSCIP Vigilantes Ambientais desenvolve atividades de educação e proteção ambiental e ministra gratuitamente curso de formação de vigilantes ambientais (agentes multiplicadores) aberto a interessados em preservar o meio ambiente. O curso que tem o apoio da Companhia Riograndense de Mineração, iniciou em abril aliou aulas teóricas e práticas pedagógica. O encerramento é realizado com uma cerimônia de formatura e entrega de “Certificado de Vigilante Ambiental”. A partir de então, os formados recebem da OSCIP orientação e apoio para realizarem atividades práticas de proteção ambiental em suas comunidades. Os voluntários também participam de conferências, audiências públicas, organizam mutirões, fazem palestras e desenvolvem campanhas de conscientização. No ano de 2010 a OSCIP recebeu um reconhecimento estadual pela sua atuação, com o “Premio de Responsabilidade Social” conferido pela Assembléia Legislativa, na categoria de entidades não governamentais. A distinção contempla projetos voltados para o bem-estar da sociedade e a preservação ambiental.

Trabalho é concluído com visita a Centro Conservacionista de fauna silvestre


Para encerrar as atividades do ano, os alunos foram até Santa Maria conhecer o CRIADOURO CONSERVACIONISTA SÃO BRAZ, que desde 1995 dá suporte as ações de fiscalização do IBAMA e PATRAM e BRIGADA MILITAR, na recuperação dos animais vítimas de maus tratos e oriundos do tráfico. Instalado em uma área de 26 hectares, abriga 400 animais de 125 espécies, entre aves, mamíferos, répteis e anfíbios e mantém um programa de visitação monitorada que recebe exclusivamente escolas com o projeto "EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRÁTICA", sendo proibida a visitação publica. O centro se concretizou graças a perseverança e dedicação de seu criador, o Sr. Santos Braz, que voluntariamente dedicou parte de sua vida a implantação daquele projeto. O aluno Micael Caeta depois de conhecer o Criadouro fez a seguinte declaração: “Tomei uma decisão, vou me tornar um biólogo e um dia ainda vou trabalhar aqui!”

domingo, 11 de dezembro de 2011

Breve histórico da nossa Candiota - Ano 1911

Em 1911, outra parte da área do atual município de Candiota deixou de fazer parte do município de Piratini.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, é criado o distrito do Jaguarão e anexado ao município de Bagé.

Fonte: site biblioteca.ibge.gov.br

Final do Candiotense de Futebol de Campo

Acontecem hoje as finais do campeonato Municipal de Futebol de Campo 2011 de Candiota. Os jogos, que serão disputados no estádio do Grêmio Candiota – na Vila Residencial –, definirão os campeões nas categorias veterano, juvenil, suplente e titular.

No período da manhã, a partir das 10h, Candiota e AMVO (Associação de Moradores da Vila Operária) decidem o título. Já pela tarde, com início às 14h, as duas equipes, novamente, disputam a taça de campeão, desta vez na categoria juvenil.

Logo após, pelos suplentes, Santa Rosa e AEJE (Associação Esportiva João Emílio) fazem a final. E na principal categoria do certame, nos titulares, Candiota e AEJE decidem o título de campeão municipal de futebol de campo 2011.

A competição é uma realização da Prefeitura de Candiota, através da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Juventude. Conforme a comissão organizadora, um grande público é esperado para a decisão.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Bom humor: afinal hoje é sábado





Um cara chegou no ministro e lhe deu um cachorro.
Passado uns dias o ministro matou o cachorro e o cara que lhe deu o cão ficou sabendo e foi tirar satisfação com o ministro:

-Porque você matou o cachorro?
-Ah! Eu tive que matá-lo.
-Porque?

-Numa noite atrás eu escutei um barulho no meu jardim e fui ver o que era, quando eu cheguei no jardim eu vi um vulto e falei pro cachorro:

-Pega ladrão! Ele foi e me mordeu.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Frases da Semana

“Minerar é um processo inevitável de impacto ao meio ambiente. Respeitando essa realidade, o compromisso de restabelecer as condições iniciais do meio ambiente tem de ser de toda a empresa. Esse trabalho não pode ser esporádico e nem espetaculoso, mas diário, contínuo, e resultar em um lugar melhor para todos.”
Elifas Simas, presidente da CRM, sobre o seminário de meio ambiente da empresa, dia 16-12-2011, no SENGE/RS em Porto Alegre.

“A partir do momento que as mídias sociais forem utilizadas como ferramenta de comunicação interativa pelos políticos e não como mero marketing político, a transparência, a cidadania e o processo democrático brasileiro sairão fortalecidos”
Alexandre Secco, jornalista e diretor da Medialoque, que coordenou a pesquisa “Político 2.0 Deputados Federais e Senadores”, em postagem no TC7,

“Nenhum outro blog ou site de internet na região possui tamanha interação como o blog teclando o 7. Só em 2011 foram mais de 5 mil comentários publicados.”
Pablo Lima, em postagem no TC7.

"O presidente transformou todos os partidos em uma geléia geral. PSOL, DEM e talvez o PSDB estejam fora disso, mas os demais partidos foram diluídos. Ao entrar no governo, entramos na diluição, que só se acentuou com a crise. Sigla não é partido. O Brasil precisa de partidos.”
Cristovam Buarque, senador do PDT, sobre a crise que derrubou o ministro Carlos Lupi, presidente do seu partido.

“E, tenham a santa paciência, não coloquem a culpa nas minhas costas pela incompetência ou desejo do PT, em três anos, de não construir a coligação na majoritária com o PDT”
Taylor Lima, Em postagem no TC7 sobre o futuro do PDT de Candiota.

Para Criar novo Partido: O PDT


Coluna do Alto da Torre - Jornal de Brasília 05/12

O senador brasiliense Cristovam Buarque (foto), quer aproveitar a crise que derrubou o ministro Carlos Lupi, presidente do seu PDT, para criar um novo partido. Não, não se entenda mal. Cristovam não quer uma nova sigla. PDT está bom. Cristovam se lembra dos tempos de Leonel Brizola. Só que, na era Lula, “o presidente transformou todos os partidos em uma geleia geral”. Para o senador, PSOL, DEM e talvez o PSDB estejam fora disso, mas os demais partidos “foram diluídos”. Por isso, a questão é garantir identidade aos que estão aí. “Já tem sigla demais. Não precisamos de mais uma”, diz o senador.
ESCAPAR DA GELEIA GERAL
  
Em meio à tempestade que despejou Carlos Lupi, Cristovam espera que a crise sirva, ao menos, para que o PDT saia do governo. E da geleia geral. Para ele, Lula “fundou seu governo em torno da política econômica e do Bolsa Família, ambas herdadas do antecessor Fernando Henrique”. O PDT, aquele dos tempos de Brizola, seria uma alternativa. Não mais, desde que Lupi entrou no governo. “Ao entrar no governo”, diz o senador, “entramos na diluição, que só se acentuou com a crise”. Sigla, afirma Cristovam, não é partido. O Brasil precisa de partidos.

Eleitos os novos diretores das Escolas Neli Betemps e Santa Izabel

Na última terça-feira, dia 6, as Escolas Municipais Neli Betemps e Santa Izabel, em Candiota, realizaram eleição para a escolha dos novos diretores das instituições de ensino. O pleito contou com a votação de professores, funcionários, além de alunos e seus responsáveis. O resultado dos dois processos eleitorais foi divulgado na quarta-feira, dia 7, pela Secretaria de Educação.

Na Escola Neli, a chapa vencedora elegeu ao cargo de diretora a professora Ana Jovelina Hernandes e, como vices Ana Paula Gonçalves e Lia Beatriz Beck. Ao todo, 240 foram registrados no pleito da instituição.

Por sua vez, na votação da Escola Santa Izabel a chapa composta pela diretora Joeci dos Santos conquistou o maior número de votos. No processo eleitoral realizado na instituição foram computados um total de 119 participantes.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Marketing Politico Digital

O fim do ano esta chegando e com ele o começo do ano eleitoral. Em 2011 a política Candiotense possui um novo marco: O debate politico via internet. E neste tema podemos(Blog Teclando 7) dizer que fomos pioneiros. Através deste espaço mudamos a forma de fazer política e criamos um espaço de debate politico eleitoral sem igual em Candiota e na região. Nenhum outro blog ou site de internet na região possui tamanha a interação como o blog teclando o 7. Só em 2011 foram mais de 5 mil comentários publicados.


Novos blogs surgiram na cidade e os políticos Candiotenses tiveram que adeentrar ao mundo digital, seja através das redes sociais como blogs pessoais, twitter, orkut e facebook, o que considero muito bom para todos.


São espaços de extrema importância para a democratização da informação, transparência pública e para o debate. Basta ver os temas e asssuntos debatidos no blog para se ver. Nunca antes na história de Candiota se debateu temas tão importantes e influentes na sociedade como acontece aqui. Por isso sou um defensor, divulgador e incentivador a utilização cada vez maior das redes sociais por todos.


Respeitadas as opniões contrárias e dentro do que vivo dia-a-dia, considero que ainda precisamos evoluir muito.


Criar um espaço virtual e simplismente jogar a informação na rede não é o suficiente. É preciso muito mais: Saber lidar com as ferramentes de busca (Google), analisar os números dos acessos, definir o publico alvo, saber selecionar o melhor conteúdo (Palavras Chave), estar sempre icluindo novos canteúdos(atualizações diárias) e o principal INTERAGIR com o usuários, são práticas pouco desenvolvidas pelos politicos blogueiros, tuiteiros, orkuteiros e faceboqueiros de Candiota.


Com este intúito de levar um pouco de informação sobre o tema, com a contribuição do Blog do Curso de e-commerce o blog teclando o 7 vai abrir apartir de hoje um espaço para divulgação de artigos sobre Marketing Politico Digital, que servirá tanto para eleitores como para os futuros postulantes a cargos eletivos no próximo ano que pretendam utilizar a internet como forma de marketing politico eleitoral. 


Uma boa leitura. Espero que gostem.



Políticos ainda não entendem as redes sociais
A consolidação das redes sociais como potente canal de comunicação tem levado os políticos, em verdadeiro ‘efeito manada’, a aderirem às mídias sociais. Todos desejam o status de Político 2.0, mas contam-se numa mão os que efetivamente sabem fazer uso das ferramentas para interagir com seus eleitores e conseguir dividendos políticos.

Há menos de um ano para as eleições municipais, muitos deles já estão em pré-campanhas e as mídias sociais não podem mais ser desprezadas nas estratégias eleitorais devido ao vertiginoso crescimento do número de internautas no país. Segundo um novo estudo do Ibope Nielsen Online divulgado no último mês de setembro, o Brasil registrou 46,3 milhões de usuários ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de (2011).

Assim muitos parlamentares têm investido grandes somas e esforços na contratação de assessorias especializadas em mídias sociais. Nos corredores do Congresso Nacional, em Brasília, prolifera uma nova categoria de comunicadores, os chamados “assessores de mídias sociais”, contratados a peso de ouro para atualização de perfis e postagem de conteúdo, mas mesmo assim os resultados têm sido pífios.

A causa para o fracasso do empoderamento das mídias sociais pela classe política é inacreditavelmente simples: eles tratam os usuários como uma massa amorfa e passiva pronta a assimilar qualquer mensagem. Por incrível que pareça, os políticos por ignorância ou por desconhecimento acabaram adotando o mais arcaico dos modelos de comunicação baseado na “Teoria Hipodérmica”.

Segundo este modelo, de conceito behaviorista criado nos anos 30, uma mensagem lançada pela mídia é imediatamente aceita e espalhada pela massa em igual proporção. Uma vez perdido na massa, a única referência que um indivíduo possui da realidade são as mensagens dos meios de comunicação. Dessa forma, a mensagem não encontra resistências por parte do indivíduo, que as assimila e se deixa manipular de forma passiva.

Daí ao inserirem o internauta num conceito de comunicação hipodérmica, muitos políticos caem no erro de valerem-se das mídias sociais como uma ferramenta comunicacional de mão única, ou seja, apenas para divulgar assuntos pertinentes aos seus mandatos ou fazer marketing político no período eleitoral. Nesse processo, eles acabam falando ao vento, no momento em que praticam uma comunicação assimétrica ao invés da simétrica e ignoram um preceito básico para o sucesso nas mídias sociais: a interatividade com os usuários.

Políticos 2.0

Essa foi uma das constatações obtidas pela agência Medialogue Digital responsável pelo lançamento em 26/11 de um estudo inédito que mostra como senadores e deputados federais usam a internet e as redes sociais para se comunicar com os eleitores. A pesquisa constatou que existem políticos que não mantêm sequer um blog ou uma conta de e-mail, vivem isolados do mundo digital como nos tempos da carta e do telefone. Há os que já fincaram os pés nesse mundo, mas ainda usam recursos digitais da mesma forma que usavam santinhos e faixas para disputar eleições, ou seja, como uma via de mão única na qual a participação do eleitor está restrita à contemplação.

A “Pesquisa Político 2.0 Deputados Federais e Senadores” foi coordenada pelo jornalista e diretor da Medialogue, Alexandre Secco. O levantamento coletou mais de 70 mil dados entre os dias 27 de junho e 9 de setembro e trouxe um retrato minucioso sobre como os políticos federais se relacionam com as mídias sociais. Os resultados não foram muito animadores. Segundo Secco a pesquisa encontrou no ar sites desatualizados e com problemas de funcionalidade, apontou políticos que ignoram emails e que desprezam ferramentas de interação com os eleitores como enquetes, constatou que  muitos não divulgam agenda e compromissos, entre outros pontos desabonadores.

Por outro lado, a pesquisa mostrou que nem tudo está perdido e trouxe exemplos de parlamentares que incorporam o espírito de políticos 2.0 como o deputado federal Anthony Garotinho (PR/RJ). Diariamente seu site publica em média duas notícias. No blog são dez posts por dia útil em média. Sua conta no Twitter é alimentada com uma mensagem nova a cada três minutos. E o mais importante: quase 30 % dos posts no Twitter são de respostas de Garotinho aos seus seguidores.

Outro destaque positivo foi o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) apontado como o maior blogueiro e o maior tuiteiro do Senado Federal em número de publicações. Publica um post no microblog a cada cinco minutos e cinco notícias por dia útil em média em seu blog. Ele mantém atenção com o público na internet e aproveita essas mídias digitais para expor sua opinião e engajar eleitores.

A falta de habilidade por parte dos políticos para interagir com os internautas leva a falhas no uso das mídias sociais que prejudicam o objetivo final como meio de comunicação. As mais comuns apontadas por especialistas são: excesso de autopropaganda, falta de interatividade, não atualização dos dados, foco em apenas um tema, fracionamento de posts no Twitter, mensagens que agridem a norma gramatical e principalmente ignorar críticas e não responder a dúvidas.

Para se ter uma idéia dessa dificuldade de interlocução com os seus seguidores, o senador petista Humberto Costa (PT/PE) e o deputado federal Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM/BA) usuários ativos das mídias sociais e bem colocados na pesquisa da Medialogue não foram capazes de responder a uma solicitação de entrevista para ilustrar esse artigo.

O curioso nessa situação é que segundo levantamento sobre o “Perfil dos usuários em mídias sociais” feito este ano pela agência ECmetrics, o internauta brasileiro já está inserido na era Web 2.0 e tem a internet um instrumento de busca por novidades, informação e sobretudo interação. Ele está disposto a dialogar, quer ser ouvido e participar nas decisões que competem aos produtos e serviços que utiliza, por meio das redes sociais e outras formas de atendimento online.

A partir do momento que as mídias sociais forem utilizadas como ferramenta de comunicação interativa pelos políticos e não como mero marketing político, a transparência, a cidadania e o processo democrático brasileiro sairão fortalecidos.

Fonte: Midiatismo

Carvão Mineral - Blá Blá Blá ...

E os discursos não mudam. Mais uma vez o pessoal foi a Brasilia pressionar os parlamentares, mas o discurso, que ja encaro como ladainha continua a mesma. Nada muda. De concreto e novo NADA!!! Vide abaixo boletim do deputado Afonso Hann.



Lideranças do Carvão Mineral pedem apoio da Bancada Gaúcha

A inclusão das usinas do carvão mineral nos leilões A-5 e no Plano Decenal de Energia 2011-2020 foram destaques na reunião da Bancada Gaúcha realizada na noite de terça-feira, na Câmara dos Deputados. O encontro foi articulado pelo deputado federal Afonso Hamm, que é vice-presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral.

As usinas de carvão mineral foram excluídas do leilão de energia A-5, previsto para o dia 20 de dezembro. No entanto, as lideranças argumentam que há quatro projetos de usinas, inclusive com licenciamento ambiental de instalação, capazes de fornecer 2.400 megawatts para a rede elétrica nacional.

Hamm comentou que essa pauta vem sendo trabalhada desde o início do ano, quando os Estados do Rio Grande do Sul, Santana Catarina e Paraná lutam pela inclusão das usinas nos leilões de energia e por políticas efetivas de desenvolvimento do setor. “O setor do carvão mineral espera pela concretização de políticas públicas e o envolvimento e mobilização dos parlamentares gaúchos e catarinenses, por se tratar de questão estratégica de desenvolvimento, segurança energética e apelo social”, assinala.

O PT que privatiza


O neoPT continua a sua jornada rumo ao estado mínimo, como sempre defendeu o neoPSDB: a presidente Dilma Rousseff assinou na semana passada, 28, a primeira privatização de um aeroporto no país. 
Trata-se da concessão para construção e exploração do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, na macrorregião metropolitana de Natal, no Rio Grande do Norte. 


Recebeu a concessão um consórcio formado pela Engevix e pela Corporacion America, que investirá R$ 650 milhões na empreitada. Comme il faut, 80% dos recursos serão financiados pelo BNDES, a módicos juros anuais. 
O prazo para o início da operação do aeroporto é de três anos: leia-se, Copa de 2014. 


Como sempre acontece, quando um partido chega ao governo, e com o PT não é diferente, a forquilha política o traz ao centro, de onde ele se pode movimentar para qualquer dos lados, conforme a sua conveniência. Em alguns casos, como em Candiota, por afinidade e/ou por pontos de convergência, o PT se move bem para a direita, com a resignação política de “lideranças” que num passado recente defendiam o estado máximo.


Com o governo federal rotulação nosso carvão como grande vilão do “efeito estufa”, com a omissão do governador do Estado na defesa da nossa maior riqueza e em Candiota o PT e PSDB declarando a amor eterno, ou quase isso, os fantasmas das privatizações passam a rondar nossas duas estatais (CGTEE e CRM), molas propulsoras do nosso município.
Certo ou errado, o que parece é que naquele ditado popular que diz: “faça o que eu digo, mas não o que eu faço”, a segunda opção está tomando conta de Candiota.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Elefante Branco – O de Brasília é motivo de orgulho

Há várias versões que tentam esclarecer a designação Elefante Branco, dado ao Centro Educação Média de Brasília, escola pública criada em 1960.

Uma diz que JK quis inaugurar e não estava pronto e teria indagado: “O que vamos fazer com este elefante branco”. Por ter sido uma obra demorada e a intenção de se desenvolver ali um ensino de alto nível, isso foi associado ao fato da raridade com que a natureza faz nascer um Elefante Branco.

Sempre que as pessoas se referiam ao prédio o denominavam de Elefante Branco, e assim o nome foi incorporado à designação oficial, tornando-se Centro de Educação Média Elefante Branco e hoje CEEB-Centro de Ensino Médio Elefante Branco.

No começo da década de 60, o Elefante Branco ainda estava se firmando como um grande centro de ensino, com menos de mil alunos. Entretanto,  com o passar dos anos,  tornou-se  uma referência em ensino de boa qualidade, com áreas amplas, uma biblioteca com um acervo de 20 mil exemplares. Salas com aproximadamente 25 alunos e professores altamente qualificados que hoje ensinam mais de 2.800 alunos.
 
Plenário de Câmara de Candiota: 1ª sessão ordinária, 10 assistentes e 12 servidores 
Logo, caros compatrícios, se o plenário da Câmara de vereadores de Candiota, que consumiu mais de ½ milhões de reais, gestado por quatro mesas diretoras, tiver seu nome associado ao Elefante Branco não fique de todo decepcionado com o destino do seu penoso suor, transformado em pesada carga tributária (taxas e impostos). 

Uma escola que faz a diferença. Criado em 1960, o Centro Educacional Elefante Branco (CEEB) surgiu como um espaço para a educação de qualidade. Foi o primeiro colégio de ensino médio público de Brasília. Áreas amplas, uma biblioteca com um acervo de 20 mil exemplares, salas com aproximadamente 25 alunos, professores altamente qualificados. Todos esses requisitos tornaram o Elefante Branco uma referência em ensino de boa qualidade

Há duas versões que tentam esclarecer a desiguinação Elefante Branco: a primeira diz que foi em virtude de ter sido uma obra demorada, e a intenção de se desenvolver ali, um ensino de alto nível, e isso foi associado ao fato da raridade com que a natureza faz nascer um Elefante Branco (animal nobre). A segunda, conta que o nome surgiu por ocasião de uma inspeção feita, em 6 de fevereiro de 1960 , por uma comissão composta por diversas pessoas entre as quais os professores Armando Hildebrand, Julio Sambaqui, Sylvia Bastos Tigre, Clélia Capanema, Aparício Branco.

Conta a professora Clélia Capanema, que os componentes da comissão subiram á laje examinado o andamento das obras e verificaram que não haviam condições de o prédio ser inaugurado em maio, como estava previsto. Naquela oportunidade, Aparício Branco exclamou: puxa que Elefante Branco! Isto não vai ficar pronto para maio. Daí, diz a professora Capanema, sempre que as pessoas se referiam ao prédio o denominavam de Elefante Branco e com o passar do tempo o nome do Centro de Educação Média se confundiu com a denominação ao prédio.


A princípio, o Elefante Branco, funcionou nas dependências do prédio do atual ginásio do caseb, passando pouco depois para um barraco de madeira, nos fundos do atual, chamando de Sibéria, apelido conferido pelos seus professores e alunos, devido as frestas e os buracos nas paredes de madeira que permitiam o cruzamento de vento por todos os cantos tornando o ambiente muito frio.

Foi transferido oficialmente em 22 de abril de 1961 para o prédio Elefante Branco, cujo nome foi incorporado a desiguinação oficial, tornado-se Centro de Educação Média Elefante Branco e hoje Centro de Ensino Médio Elefante Branco.

No Elefante Branco, os alunos tinham ainda a oportunidade de escolher determinadas matérias, de acordo com o curso que queriam fazer na faculdade. Chance única que acabava, ou pelo menos, diminuía a angústia de que profissão seguir.O colégio realmente cresceu. Na década de 60, os professores do Elefante Branco ensinavam para cerca de mil alunos, que ficavam na escola em tempo integral. Hoje são 2.800. Eles estudam nos turnos da manhã, tarde e noite. O atual diretor da instituição, Francisco Rocha, explica que assim como a escola, o perfil do aluno mudou.“É uma pena que as outras gerações não tenham um ensino de qualidade no qual eu tive o privilégio.

Assim como o Elefante Branco, várias outras escolas públicas do Brasil, que um dia foram modelo de ensino, passaram por um processo de degradação. Se antes estudar em escola pública era motivo de orgulho, hoje significa falta de condição e oportunidade.